Porque é tão fácil ter acesso aos locais por meio do automóvel? Porque não construir mais ciclovias pra dar oportunidade aos cidadãos que usam a 'zica' como meio principal de transporte?
Essa perguntas caem no esquecimento e ficam sem resposta quando nós, pessoas que usufruem dos benefícios da bicicleta, nos deparamos com as situações do cotidiano. E a gente indaga: "Onde está a ciclovia?"
Sabemos do perigo e do desrespeito dos motoristas perante os ciclista e nada mais justo do que adequarmos as vias públicas em prol de todos. O ciclista é mais consciente do que o motorista, pois várias e várias vezes tem de dividir um espaço minúsculo com os pedestres na calçada (isso quando existe a calçada). E a gente indaga: "Onde está a ciclovia?"
Felizmente, tomando como exemplo a capital catarinense, Florianópolis, algumas atitudes vêm sendo tomadas. A construção de ciclovias para dar acesso aos ciclista (Foto acima: Ciclovia da Avenida Pequeno Príncipe, Bairro Campeche) vem ganhando espaço e o que era um sonho está virando realidade. Mesmo a passo de formiga nas obras de mobilidade do trânsito a coisa está saindo do papel e tomando forma como na cabeça de muitos.
A realidade começa a mudar também em alguns municípios da área rural, a exemplo de Leoberto Leal (foto ao lado). Com as obras de asfaltamento do trecho entre os municípios de Imbuia-Leoberto Leal, o Governo do Estado construiu ciclovias em boa parte do trajeto.
Isso mostra a importância da acessibilidade. Antes um agricultor utilizava a bicicleta dividindo os espaços com os veículos e hoje existe a faixa exclusiva para ciclistas.
E a gente indaga: "Onde está a ciclovia?"
Digo que, infelizmente, a maioria ainda estão por aí esperando pra serem construídas.
Cicloabraços
